Configuração com uma antena e um receptor ANADIG.


Configuração com mais de uma antena parabólica no mesmo receptor
O consumidor poderá instalar mais de uma antena parabólica em um único receptor, uma apontada para cada satélite, dessa forma poderá receber mais canais e uma variedade maior na programação. Para essa instalação deverá ser utilizada uma chave DiSEqC Amplimatic/Plasmatic para a comutação de várias antenas. Neste conjunto pode-se instalar antenas para um satélite com transmissão em banda C mono ou multiponto, de polarização circular e outro ainda com polarização linear simultaneamente.

Configuração de mais de quatro antenas parabólicas para um único receptor no mesmo receptor. Situação 1
Aqui conseguimos instalar até 16 antenas em um único receptor. Quanto mais antenas mais satélites, e assim maior quantidade de canais e variedade de programação.

Configuração de mais de quatro antenas para um único receptor. Situação 2
Mesmo caso anterior, porém com menos antenas.

Configuração de uma antena parabólica para vários pontos de tv
Neste caso, o consumidor pode usufruir do sinal de um satélite em mais de uma TV. Para isso precisaremos de um receptor para cada aparelho de TV. Devemos utilizar ainda um LNBF multiponto e um divisor de sinal de 2 ou 4 saídas, de acordo com a necessidade do cliente. Pode-se ainda utilizar no mesmo sistema tanto receptores Digitais como Analógicos, desde que a antena esteja apontada para o Brasilsate B1, único satélite brasileiro com transmissão analógica e digital simultaneamente.

Configuração com mais de uma antena para vários receptores. Situação 1
Com esta configuração, o cliente poderá receber o sinal de vários satélites para mais de uma TV. Para esse tipo de instalação todas as antenas deverão estar instaladas com LNBF multiponto, precisaremos de um divisor de satélite para cada antena e uma DiSEqC para cada receptor, sendo um receptor para uma TV.

Configuração com mais de uma antena para vários receptores. Situação 2
Neste caso, só o ponto 2 terá acesso a programação dos dois satélites, uma vez que é o único onde as duas antenas estão passando pela chave DiSEqC.

1. Qual o tamanho da antena ideal para um sinal satisfatório?
Esta informação dependerá de sua localização. Entre em contato com o representante AMPLIMATIC/PLASMATIC mais próximo para que você receba as informações de sua região. Em geral, uma antena de 2,00 é suficiente para a recepção de sinais a contento, desde que corretamente apontada em relação ao satélite e com o uso de LNB-F e cabos coaxiais de reconhecida qualidade. Temos também o modelo 1,85.

2. Qual a diferença entre o receptor analógico e o receptor digital para justificar o preço que estou pagando?
O receptor digital utiliza a mais nova tecnologia de transmissão e recepção de sinais de televisão. Graças ao uso da digitalização e compressão de sinais é possível receber um maior número de canais e serviços, com superior qualidade de áudio e de vídeo. É como compararmos o antigo video-cassete ao DVD. Esse sistema permite ainda a possibilidade de transmitir e/ou receber informações adicionais de programação tais como guia de programação, canais de áudio alternativos, dados e interatividade – tudo no mesmo sinal. Cabe ressaltar que essas funcionalidades dependem de sua transmissão pela emissora, que pode inseri-las total ou parcialmente no sinal.

3. Quantos canais eu tenho com 1 antena? E para ter mais canais quantas antenas preciso ter e que acessórios preciso adquirir?
Depende do satélite a ser recebido. A quantidade de canais varia de 8 noBrasilSat B2 e 65 no BrasilSat B3, mas estas quantidades são variáveis. Para receber mais que estas quantidades são necessárias antenas e equipamentos adicionais para receber outros satélites. Os receptores Digital e ANADIGI da AMPLIMATIC/PLASMATIC podem ter suas tabelas de canais sintonizados expandidas através da utilização de nossa chave DiSEqC 1.0, que permite conectar mais de uma antena por receptor.

4. Como funciona “sem assinatura?” Quanto eu vou pagar por mês, se mudar o sistema futuramente?
Mensalidade zero. Os canais transmitidos de forma digital em sinal aberto são como as televisões analógicas, vivem de comerciais e anunciantes; muitos deles são mesmo transmissoras ou retransmissoras dos próprios canais existentes atualmente que já estão se preparando para migrar para o sistema digital. Enquanto conseguirem sobreviver destas fontes de renda, dificilmente estarão fechando seu sinal aos usuários do sinal aberto.

5. Qual a diferença de sinais abertos e fechados (ou codificados)?
Sinais abertos são os transmitidos de forma a que possam ser recebidos por qualquer receptor de satélite, sem a necessidade de decodificadores. Esse tipo de transmissão também é conhecida pela sigla FTA (free-to-air). Já os sinais fechados ou codificados são aqueles que são protegidos por tecnologias de encriptação (embaralhamento), e podem ser recebidos apenas por receptores que possuam a tecnologia de decriptação (desembaralhamento). Esse sistema é conhecido também como CAS (Conditional Access System) e destinam-se basicamente aos serviços de TV por assinatura, e Tvs institucionais.

6. Vou ter canais de filmes, de desenhos e jornalístico, como na TV a cabo?
Os receptores digitais são capazes de receber qualquer tipo de transmissão FTA (canais abertos - vide pergunta anterior). Os canais comuns são os de variedades, tais como os canais existentes de sinal analógico. Canais exclusivamente de filmes, desenhos e jornalísticos normalmente têm sua programação reservada para sistemas de assinatura, pois sua fonte de renda depende da venda de sua programação. Mas também há diversos canais internacionais de conteúdo musical, de moda, de turismo, de comunidade e religiosos, bem como canais de outros estados e cidades, com conteúdo local.

7. O que é tecnologia Digital? E ANADIG? O que mudou ou mudará no sistema de transmissão de televisão?
A tecnologia digital utilizada hoje na recepção de sinais de televisão de satélites surgiu na Europa em 1994 e é chamada de Sistema DVB-S. Este tecnologia envolve a digitalização e compressão dos sinais de áudio e vídeo através do sistema MPEG-2, proporcionando ao mesmo tempo melhoria da qualidade do sinal recebido na televisão e redução no custo de transmissão, ao mesmo tempo em que permite que se adicionem informações e meios de interatividade ao sinal sem que se perca qualidade de recepção. Os receptores digitais permitem a recepção destes sinais e processa-os de forma a que possam ser aplicados aos atuais televisores, que na sua grande maioria ainda são analógicos. Existe uma tendência em médio prazo de que as emissoras passem a transmitir somente no sistema digital, devido à redução de custos que esta possibilita e os recursos que oferece. ANADIGI é uma tecnologia desenvolvida pela AMPLIMATIC/PLASMATIC que integra a recepção de sinais digitais com a recepção de sinais analógicos em um mesmo equipamento, permitindo que o usuário passe do sistema analógico para a digital de forma transparente, agregando recursos sem perder o que já possui atualmente.

8. A operação e manuseio do aparelho é simples?
Nem todos os aparelhos existentes no mercado são de operação simples, mas os receptores AMPLIMATIC/PLASMATIC foram direcionados desde sua concepção de projeto ao usuário comum, a fim de tornar a recepção de sinais digitais tão simples quanto a operação da televisão ou do receptor analógico.

9. O aparelho gasta muita energia elétrica?
Os receptores digitais AMPLIMATIC/PLASMATIC foram projetados para o menor consumo possível e consomem, em média, 20 Watts (0,02 KiloWatts/H) quando ligados. Caso o receptor fique permanentemente ligado isto equivalerá ao consumo mensal de uma lâmpada de 60W, ligada por 8 horas ao dia (total de 14,4 KiloWatts).

10. O receptor funciona com gerador? Onde eu moro não tem energia elétrica.
Vide resposta à pergunta 9. Desde que o gerador esteja dentro das especificações necessárias à sua venda no Brasil (110/220 Volts em 60 Hertz), e a adição do receptor não ultrapasse a potência que o mesmo pode fornecer, não há restrição quanto à sua utilização. Ainda não existe possibilidade do uso desse receptor em fontes de 12V.

11. O que é LNBF?
É o equipamento que converte o sinal eletromagnético recebido do satélite pela antena em um sinal elétrico a fim de que possa ser interpretado pelo receptor. LNBF é a abreviação de Low Noise Block-downconverter Feed (ou Bloco de conversão de Baixo Ruído com Alimentador) e sua função é a de receber o sinal concentrado pela antena, transformá-lo em sinais elétricos, alterar a freqüência da portadora do sinal e amplificá-lo para envio ao receptor conectado. O valor em freqüência desta portadora varia com a banda de transmissão do sinal, sendo de 5,15 ou 5,75 GHz para Banda C e 9,75 ou 10,6 GHz para Banda Ku, e a este valor às vezes é dado o nome de OL ou LO (Oscilador Local ou Local Oscilator). As freqüências dos sinais que podem ser recebidas nos receptores digitais devem estar entre 950 e 2150 Mhz.

12. O receptor funciona com LNB? Com Polar Rotor? Com iluminador duplo? Com LNBF Monoponto? Multiponto?
LNB é o nome dado ao equipamento que possui somente o circuito conversor/amplificador, necessitando de um Iluminador (alimentador) separado para sua operação. Os primeiros LNBs trabalhavam em uma faixa de freqüência de 950 a 1450 MHz, portanto não podem ser utilizados com um receptor digital. LNB com Polar Rotor também não é indicado para uso nos sistemas digitais da AMPLIMATIC/PLASMATIC, devido a superioridade tecnológica do LNB-F, além de problemas relacionados à ruído de fase e outros. LNB-F´s de Banda C (monoponto e multiponto) e os de Banda KU (banda alta ou baixa) podem ser utilizados. Para Banda KU o mais recomendável é o universal.

13. O que é monoponto ou multiponto?
São modelos de LNB-F que diferem em algumas características de funcionamento, em especial na forma com que selecionam a polarização do sinal recebido do satélite. O LNB-F monoponto seleciona a polarização através da tensão de alimentação recebida do receptor, chaveando as polarizações de acordo com a mudança desta tensão. Esta forma de seleção da polarização é chamada de Chaveamento por 14/18 Volts. Em uma instalação padronizada, quando o LNB-F receber 18 Volts, deverá enviar para o receptor os canais de polarização Horizontal, e quando receber 14 Volts, deverá enviar os canais da polarização Vertical. Este tipo de polarização não permite que mais de um receptor possa utilizar a antena ao mesmo tempo, visto que se um receptor estiver recebendo a polarização vertical, alimentando o LNBF com 14 Volts, e o segundo receptor estiver recebendo a polarização horizontal, enviando alimentação de 18 Volts, a tensão de 18 Volts irá sobrepor a de 14 Volts, mantendo o LNBF com a polarização horizontal. Daí o nome MONO PONTO, pois é um sistema com uso ideal para somente um ponto de receptor/TV. LNBF Multiponto opera de forma diferente do Monoponto, convertendo as duas polarizações para blocos de freqüências diferentes, enviando estes de forma simultânea e constante para o receptor. Este LNB-F possui dois circuitos de conversão com osciladores independentes. Desta forma temos como resultado a conversão de uma polarização para a faixa de 950 a 1450MHz (oscilador operando em 5150 MHz) e da outra polarização para a faixa de 1550 a 2050MHz (oscilador operando em 5750 Mhz), acrescentando mais 600 Mhz na frequência dos canais de uma das polaridades. Pode-se perceber que com o uso deste tipo de LNB-F é possível distribuir o sinal do mesmo para vários receptores, sem que haja necessidade de chaveamento, daí o nome MULTI PONTO. Todos os receptores AMPLIMATIC/PLASMATIC já saem de fábrica com a opção de programação automática para uso com esse tipo de LNB-F Mono ou Multiponto, acrescentando 600MHz nos canais da polaridade vertical.

14. Já tenho uma antena parabólica instalada, o digital/anadig vai funcionar adequadamente?
Desde que esteja instalada com LNBF, sem problemas. Deve-se considerar também o tamanho da antena, que se for de tela normal deverá ter o diâmetro a partir de 1,85, dependendo da região. Verificar também o percentual de blindagem do cabo coaxial.

15. Qual o cabo coaxial ideal para instalação Digital?
De preferência RG 06 com 90% de malha que garante menor perda de sinal. RG 59 também serve, mas nunca utilize com menos de 60% de malha.

16. Qual o custo benefício em relação ao que tenho hoje e ao que vc me oferece?
O custo-benefício está diretamente relacionado à quantidade de canais recebidos, visto que essa quantidade irá, no mínimo, dobrar em relação ao sistema atual (considerando a troca de um receptor analógico por um ANADIGI), além da possibilidade de expansão do sistema. Certamente todo e qualquer emissora a partir de agora irá iniciar suas operações já em digital, visto que o atual sistema analógico irá aos poucos deixando de ser utilizado. Isso sem mencionar a qualidade da imagem.

17. O que eu ganho se tirar da minha casa o “gato” da TV p/ assinatura e colocar o sistema Digital aberto?
Primeiramente você fica dentro da lei, sem a possibilidade de ser processado por crime de pirataria e apropriação indébita. Como dissemos anteriormente vários canais da TV por assinatura não poderão ser recebidos pelo receptor (pois são codificados), mas nos demais você terá a mesma qualidade de imagem Consulte a tabela dos canais atualmente transmitidos pelo sistema aberto (FTA) para saber os canais que você irá receber sem pagar assinatura e sem estar operando de forma “ilegal”.

18. O que é Banda Ku? E Banda C?
O espectro de freqüências utilizadas comercialmente em satélites é dividido em diversas faixas, denominadas Bandas, segundo normas brasileiras e internacionais. A Banda C ocupa a faixa entre 3.7 GHz até 6.425 GHz, e a Banda Ku ocupa a faixa de 10.7 GHz até 18 GHz, considerando as faixas de comunicação via satélite, incluindo aí os links de subida e descida.

19. Pego canais da Banda Ku e da Banda C?
Sim, utilizando os LNBFs adequados. Há satélites que transmitem em uma, em outra e até nas duas bandas de freqüência.

20. Quais canais vão pegar? Vou pegar a Globo?
A quantidade de canais que podem ser recebidos depende basicamente da quantidade de antenas instaladas e dos sinais transmitidos, sendo que este muda constantemente, graças à inclusão de novos canais. A quantidade média de canais considerando-se somente os satélites BrasilSat B1, B2 e B3 tem se mantido próximo de 90 canais abertos, além dos 30 canais analógicos do BrasilSat B1, que podem ser recebidos simultaneamente pelo receptor Anadigi. No caso particular da TV Globo, esta pode ser recebida através do sistema analógico do AnaDigi. A TV Globo ainda não disponibilizou seu sinal em forma digital aberta, devido ao seu interesse e participação em operadoras de sinal codificado e cabo, aproveitando-se de sua condição de TV mais assistida.

21. Posso usar a antena comum que eu tenho junto com o conjunto Digital?
Sim, antenas UHF/VHF podem ser conectadas à entrada de antena do receptor. Este repassa o sinal para a TV. Há um comando específico no controle remoto dos receptores Digital e ANADIGI para seleção de fonte de antena nesta condição (SAT/LO).

22. Estou comprando o sistema por um canal específico. Qual a garantia que eu tenho que esse canal não vai sair do ar?
De fato essa informação só pode ser conseguida e garantida através de um contato direto com a emissora/programadora do canal. Nossa experiência mostra que os canais de sinal aberto dependem de comerciais e anunciantes, bem como do nível de audiência para conseguir estes anunciantes. Canais populares normalmente conseguem manter-se desta forma, e outros têm que mudar para um sistema de assinantes para conseguir sobreviver, passando a codificar seu sinal.

23. O que é atualização de software? Em que situação devo usá-la?
A Amplimatic/Plasmatic é detentora do software de todos os seus produtos, por isso temos agilidade por exemplo na inclusão de novas funções nos receptores digitais/anadigis. Atualizando o software o cliente pode ter um receptor sempre “novo” com relação aos mais novos recursos desenvolvidos e tabelas de canais atualizadas. Para tanto, basta acessar os sites: www.amplimatic.com.br ou www.plasmatic.com.br de acordo com a marca do receptor. Salientamos que a atualização não é necessária para o perfeito funcionamento de seu receptor, esse é mais um recurso que pode ser utilizado se o cliente assim o desejar.

24. Na minha cidade não tem Assistência Técnica, como faço pra consertar o meu aparelho que apresentou defeito?
A Amplimatic/Plasmatic tem a maior rede de assistência técnica no segmento de parabólicas, mas se em sua cidade não tem posto de serviços entre em contato com o sistema de atendimento ao cliente (SAC) da AMPLIMATIC/PLASMATIC através do telefone (12) 3905-1643 / 08007017934, ou do distribuidor mais próximo para encaminhar seu equipamento para manutenção ou acesse www.amplimatic.com.br / www.plasmatic.com.br.